Concurso de Tenente Farmacêutico na Polícia Militar de Minas Gerais

concurso-tenente-farmaceutico-policia-militar-minas-geraisAtenção: Concurso suspenso temporariamente.  Veja mais abaixo.


ATO DE SUSPENSÃO DO EDITAL DRH/CRS Nº 13/2012, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2012, QUE REGULA O CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE CARGO NO QUADRO DE OFICIAIS DE SÁUDE (QOS) DA POLÍCIA MILITAR DE MINAS GERAIS, PARA O ANO DE 2013 (QOS/2013).

O DIRETOR DE RECURSOS HUMANOS E O CHEFE DO CENTRO DE RECRUTAMENTO E SELEÇÃO DA POLÍCIA MILITAR DE MINAS GERAIS, no uso de suas atribuições legais, considerando do Edital DRH/CRS nº 13/2012, de 11/12/2012, que regula o concurso público para provimento de cargo no Quadro de Oficiais de Saúde (QOS) da Polícia Militar de Minas Gerais para o ano de 2013 (QOS/2013), publicado no “MG” nº 232, de 13/12/2012 e tendo em vista determinação do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais, processo nº 886165, resolvem:

Suspender, a partir da presente data e até posterior decisão o Edital DRH/CRS nº 13/2012, de 11/12/2012.

 

------- Editado em 13/02/2013 ------

Assim que o concurso for reaberto ou novas informações forem divulgadas, esse artigo vai ser atualizado.

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Atenção: Inscrições Prorrogadas até
07 de março de 2013.

 

Concurso público para Farmacêutico na Polícia Militar de Minas Gerais - MG.

São 3 vagas para farmacêutico para o cargo de o cargo de 2º Tenente da PMMG, a renumeração inicial é de R$ 5.446,80 (cinco mil quatrocentos e quarenta e seis reais e oitenta centavos).

Os farmacêuticos vão atuar no Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais - DER/MG.

 

CATEGORIA / ESPECIALIDADES

VAGAS

FARMACÊUTICO

ANÁLISES CLÍNICAS

01

FARMACÊUTICO

02

 

Inscrições

As inscrições serão feitas somente via Internet, através do site www.pmmg.mg.gov.br/crs, no período de 11/02/2013 a 27/02/2013.

Taxa de Inscrição: R$ 108,94.

 

Conteúdo programático da prova de farmacêutico

FARMACÊUTICO:

1. Farmácia Social e Legislação Farmacêutica: 1.1 Código de ética da profissão farmacêutica; 1.2 Política nacional de medicamentos e de assistência farmacêutica; 1.3 Medicamentos genéricos; 1.4 Medicamentos sujeitos a controle especial. 1.5. Aquisição de medicamentos e correlatos em instituição pública. 2. Farmacotécnica e Controle de Qualidade: 2.1 Controle e gerenciamento da qualidade de matérias-primas, medicamentos; 2.2 Controle e gerenciamento da qualidade em manipulação e fabricação de medicamentos; 2.3 Controle de qualidade e estabilidade de medicamentos: princípios gerais, métodos e interpretação; 2.4 Emissão e análise de laudos de medicamentos e matérias-primas; 2.5 Farmacotécnica e formas farmacêuticas sólidas, líquidas, semi-sólidas e injetáveis; 2.6 Armazenamento de matérias-primas e medicamentos; 2.7 Farmacotécnica hospitalar: técnicas de manipulação e unitarização de xaropes, soluções, suspensões, emulsões, pomadas, cremes, géis, envelopes e cápsulas. Adequação de dosagens e preparo de formulações extemporâneas para pacientes hospitalizados. 3. Farmácia Hospitalar: 3.1 Assistência farmacêutica: seleção, programação, aquisição, armazenamento e sistemática de distribuição de medicamentos e produtos médicos. 3.2 Assistência terapêutica e a avaliação de tecnologias em saúde: conceitos e princípio básicos de atuação do farmacêutico. 3.3 Boas práticas de dispensação: sistemas de distribuição de medicamentos e produtos médicos. 3.4 Cálculos aplicados à Farmácia Hospitalar: sistemas de medida e de massa, cálculo de dose, fator de correção, equivalência de doses e densidade relativa. 3.5 Controle das infecções hospitalares: princípios da antibioticoterapia, antibioticoprofilaxia e o trabalho multidisciplinar no serviço de controle das infecções hospitalares. 3.6 Gerenciamento dos resíduos de serviços de saúde: os tipos de resíduos e a sua gestão integrada. 3.7 Rastreabilidade de medicamentos e produtos médicos: exigências sanitárias (da legislação) e a prática da farmácia hospitalar. 3.8 Regulamento Técnico para a Preparação e Dispensação de Terapia Antineoplásica. 3.9 Reprocessamento e reesterilização de materiais médico-hospitalares. 4. Farmacologia Básica e Terapêutica: 4.1 Conceitos em Farmacocinética, Bioequivalência e Biodisponibilidade;4.2 Mecanismos gerais de ação e efeitos de fármacos; 4.3 Reações adversas; 4.4 Fatores que afetam a resposta farmacológica; 4.5 Sistema Nervoso Central; 4.6 Terapia Farmacológica da Inflamação; 4.7 Funções Renal e Cardiovascular; 4.8 Função Gastrintestinal; 4.9 Quimioterapia das Infecções Parasitárias; 4.10 Quimioterapia das Doenças Microbianas; 4.11 Quimioterapia das Doenças Neoplásicas; 4.12 Imunomoduladores; 4.13 Sangue e nos Órgãos Hematopoiéticos. 4.14 Hormônios e seus Antagonistas; 4.15 Dermatologia; 4.16 Oftalmologia. 5. Atenção Farmacêutica: 5.1 Cuidados farmacêuticos na atenção primária a saúde. 5.2 Uso racional de medicamentos. 5.3 Problemas relacionados a medicamentos. 5.4 Farmacovigilância. 5.5 Tecnovigilância.

 

Referências bibliográficas:

1. ANVISA, Resolução RDC nº 156 (e suas respectivas REs), de 11 de agosto de 2003. Dispõe sobre o registro, rotulagem e re-processamento de produtos médicos, e dá outras providências. D.O.U. - Diário Oficial da União; Poder Executivo, de 14 de agosto de 2003. (Disponível em: www.anvisa.gov.br)

2. ANVISA. Resolução RDC nº 16, de 2007. Aprova o Regulamento Técnico para Medicamentos Genéricos. Diário Oficial da União. Brasília, 2007. (Disponível em: www.anvisa.gov.br)

3. ANVISA. Resolução RDC nº 17, de 2007. Aprova o Regulamento Técnico para Medicamentos Similares. Diário Oficial da União. Brasília, 2007. (Disponível em: www.anvisa.gov.br)

4. ANVISA. Resolução RDC nº 51, de 2007. Estabelece os critérios para prescrição e dispensação de medicamentos similares, em complementação à RDC nº 17. Diário Oficial da União. Brasília, 2007. (Disponível em: www.anvisa.gov.br)

5. ANVISA. Resolução RDC nº 220 de 21 de Setembro de 2004. Dispõe sobre o Regulamento Técnico de funcionamento dos Serviços de Terapia Antineoplásica. Diário Oficial da União, Poder Executivo, de 23 de Setembro de 2004. (Disponível em: www.anvisa.gov.br)

3. ANVISA. Resolução RDC nº 2616 de 12 de Maio de 1998. Dispõe sobre as diretrizes e normas para a prevenção e o controle das infecções hospitalares. Diário Oficial da União, Poder Executivo, de 13 de Maio de 1998. (Disponível em: www.anvisa.gov.br)

7. ANVISA. Resolução RDC nº 4.283, de 30/12/2010. Aprova as diretrizes e estratégias para organização, fortalecimento e aprimoramento das ações e serviços de farmácia hospitalar no âmbito dos hospitais. Diário Oficial da União. Brasília, 31/12/2010. (Disponível em: www.anvisa.gov.br)

8. ANVISA. Resolução RDC nº 59, de 24/11/2009. Dispõe sobre a implantação do Sistema Nacional de Controle de Medicamentos e definição dos mecanismos para rastreamento de medicamentos, por meio de tecnologia de captura, armazenamento e transmissão eletrônica de dados e dá outras providências. Diário Oficial da União. Brasília, 25/11/2009. (Disponível em: www.anvisa.gov.br)

9. ANVISA. Resolução RDC nº 59, de 27/06/2000. Implementa requisitos de Boas Práticas de Fabricação para estabelecimentos que fabriquem ou comercializem produtos médicos, de forma a garantir a qualidade do processo e o controle dos fatores de risco à saúde do consumidor - rastreabilidade para produtos de classe III e IV. Diário Oficial da União. Brasília, 29/06/2000. (Disponível em: www.anvisa.gov.br)

10. ANVISA. Resolução RDC nº 67, de 08 de Outubro de 2007. Dispõe sobre Boas Práticas de Manipulação de Preparações Magistrais e oficinais para Uso Humano em Farmácias. Diário Oficial da União, Brasília, 9 de Outubro de 2007. (Disponível em: www.anvisa.gov.br)

11. ANVISA. Manual de Gerenciamento dos Resíduos de Serviços de Saúde, Brasília, 2006

12. BRASIL, MINISTÉRIO DE SAÚDE. Lei nº 12.401 de 28 de abril de 2011. Dispõe sobre a assistência terapêutica e a incorporação de tecnologia em saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

13. BRASIL, MINISTÉRIO DA SAÚDE. Coordenação de controle de infecção hospitalar. Guia básico para a farmácia hospitalar, Brasília, 1994.

14. BRASIL, MINISTÉRIO DA SAÚDE. Portaria nº. 344 de 12 de maio de 1998 e suas atualizações. Aprova o regulamento técnico sobre substâncias e medicamentos sujeitos a controle especial. Diário Oficial da União, Brasília, DF, de 19 de maio de 1998. (Disponível em: www.anvisa.gov.br)

15. CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA (CFF), Resolução nº 549, de 25/08/2011. Dispõe sobre as atribuições do farmacêutico no exercício da gestão de produtos para a saúde, e dá outras providências. (Disponível em: www.cff.org.br)

16. CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA (CFF), Resolução nº 357, de 27/04/2001. Aprova o regulamento técnico das Boas Práticas de Farmácia. (Disponível em: http://cff.org.br)

17. CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA. Manual básico de farmácia hospitalar. Brasília, Conselho federal de farmácia, 1997.

18. GOMES, M. S. V. M; REIS, A. M. M. Ciências farmacêuticas: Uma abordagem em Farmácia Hospitalar. Rio de Janeiro: Atheneu, 2001.

19. BRUNTON, L. L. et al. As Bases Farmacológicas da Terapêutica de GOODMAN & Gilman, 10ª edição. Editora Mc Graw Hill, 2005.

20. LEI nº 5.991, de 17 de dezembro de 1973. Diário Oficial da União.

21. LEI nº 3.360 de 23 de setembro de 1973. Diário Oficial da União.

22. LEI nº 8.666, de 21 de junho de 1993. Diário Oficial da União.

23. OLIVEIRA, Anderson. Guia Prático da Farmácia Magistral. Volume 1. 4ª edição. Editora Pharmabooks

24. PRISTA, Luis Vasco Nogueira. Técnica Farmacêutica e Farmácia Galênica. Volumes 1, 2 e 3. 3ª edição. Editora Fundação Caloustre Gulbenkian.

25. REIS, A. M. M. Farmácia Hospitalar. In: Oliveira A.C. Infecções hospitalares epidemiologia, prevenção e controle. Rio de Janeiro: Medsi/Guanabara Koogan, p. 636-656, 2005.

23. REIS, Nº B. et all. Manual de boas práticas de distribuição, estocagem e transporte de medicamentos. 2ª. ed., Goiânia, 2000.

27. SBRAFH. Sociedade Brasileira de Farmácia Hospitalar. Padrões Mínimos para Farmácia Hospitalar. 2007. 1 revisão. 20 p. (disponível em www.sbrafh.org.br)

28. SITE DA AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA: www.anvisa.gov.br

29. SOBRAFO Sociedade Brasileira de Farmacêuticos em Oncologia - Guia para o preparo seguro de agentes citotóxicos. São Paulo: Sobrafo, 2003. (disponível em www.sobrafo.org.br)

30. ZANINI, A. C.; OGA, S. Farmacologia aplicada. 5ª. ed. São Paulo. Atheneu, 1994.

31. BRASIL, MINISTÉRIO DA SAÚDE. Assistência Farmacêutica na Atenção Básica - Instruções Técnicas para sua Organização, 2ª edição, Série A. - Normas e Manuais Técnicos; MINISTÉRIO DA SAÚDE/Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos/Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos; 2003.

32. AULTON, Michael. E., ed. Delineamento de formas farmacêuticas. 2.ed. Porto Alegre: Artmed, 2003.

33. Guia Prático de Farmácia Magistral. 4ª Edição - Editora Pharmabooks, 2011; de Anderson de Oliveira Ferreira.

34. Manual de boas práticas para Unidades Dispensadoras de Medicamentos Anti­Retrovirais do Estado De Minas Gerais - GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS/SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE, 2008.

35. Resolução CFF n 349, de 20 de janeiro de 2000. => Estabelece a competência do Farmacêutico em proceder a intercambialidade ou substituição genérica de medicamentos;

33. Resolução nº 338, do Conselho Nacional de Saúde, de 6 de maio de 2004. => Estabelece a Política Nacional de Assistência Farmacêutica e estabelece seus princípios gerais e eixos estratégicos.

37. Resolução nº 417 - Conselho Federal de Farmácia, de 29 de setembro de 2004. => Aprova o Código de Ética da Profissão Farmacêutica.

38. ANVISA. Resolução RDC nº 44, de 17/08/2009. Dispõe sobre a implantação do Sistema Nacional de Controle de Medicamentos e definição dos mecanismos para rastreamento de medicamentos, por meio de tecnologia de captura, armazenamento e transmissão eletrônica de dados e dá outras providências. Diário Oficial da União. Brasília, 25/11/2009. (Disponível em: www.anvisa.gov.br)

39. Resolução da Diretoria Colegiada - RDC N 44/ANVISA, de 17 de agosto de 2009. => Estabelece as Boas Práticas Farmacêuticas.

40. Resolução da Diretoria Colegiada - RDC N 44/ANVISA, de 26 de OUTUBRO de 2010. => Antimicrobianos.

41. Resolução da Diretoria Colegiada - RDC N 61/ANVISA, de 17 de DEZEMBRO de 2010. => Antimicrobianos.

42. RESOLUÇÃO CFF Nº 542, DE 19 DE JANEIRO DE 2011. => Dispõe sobre as atribuições do farmacêutico na dispensação e no controle de antimicrobianos.

43. CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA (CFF), Resolução nº 417, de 29/09/2004. Aprova o código de ética da profissão farmacêutica. (Disponível em: www.cff.org.br)

 

FARMACÊUTICO-BIOQUÍMICO (ANÁLISES CLÍNICAS):

1. Farmácia Social e Legislação Farmacêutica: 1.1 Código de ética da profissão farmacêutica; 2. Análises Clínicas: 2.1 Microbiologia. 2.1.1 Bacteriologia Clínica. Biossegurança em laboratório de microbiologia, Semeadura de microrganismos, Microscopia, Colorações (Gram e Ziehl - Neelsen). Meios de cultura utilizados na rotina bacteriológica. Microrganismos: Staphylococcus, Streptococcus, Neisseriaceae, Enterobacteriaceae, Pseudomonadaceae, Vibrionacea, Campylobacter, Pasteurelleceae, Bordetella, Haemophilus, Francisella, Brucella, Legionella, Bactérias anaeróbias, Bacillus, Corynebacterium, Nocardia, Mycobacterium, Treponema, Borrelia, Leptospira, Mycoplasma, Ureaplasma, Rickettsia, Chlamydia. 2.1.2 Urocultura, Coprocultura, Hemocultura, Cultura de Secreções e Espermocultura. Teste de Sensibilidade a Antibióticos. 2.1.3 Micologia. 2.1.4 Objetivos da micologia. Métodos utilizados para identificação dos fungos de interesse clínico. Metodologias Auxiliares de Diagnóstico. Chaves de Classificação, Morfologia e Biologia dos fungos de interesse clínico. Micoses: Dermatofitoses e Micoses Superficiais. 2.2 Bioquímica Clínica. 2.2.1 Obtenção de Amostras (sangue, soro, plasma e urina). Anticoagulantes Métodos Analíticos aplicados à Bioquímica. Dosagens: Fundamentos, Valores de Referência e Interpretação Clínica para Glicídios, Proteínas, Enzimas, Eletrólitos. Hormônios (Fundamentos, Técnicas, Valores de Referência e Interpretação clínica). Gases Sangüíneos/Gasometria (Fundamentos, Técnicas, Valores de Referência e Interpretação clínica). 2.2.2 Fundamentos, Técnicas, Valores de Referência e Interpretação clínica para: Avaliação da Função Renal e da Água, Eletrólitos e Balanço Ácido-Básico, Intermediários Metabólicos e Íons Inorgânicos, Carboidratos, Lipídios e Lipoproteínas, Proteínas Específicas, Avaliação das Condições do Fígado, Avaliação da Função Endócrina, Bioquímica de Fluidos Biológicos. 2.3 Enzimologia Clínica. Marcadores Tumorais. Automação em Laboratório e Controle de Qualidade. Marcadores cardíacos em doenças coronarianas. 2.4 Citologia e Hematologia Clínicas. 2.4.1 Exame básico de sangue (Eritrograma, Plaquetas (morfologia e contagem) VHS, Contagem Específica e Diferencial de Leucócitos, Hemograma Completo, Colheita, Alterações e Interpretação Clínica), , Hematopoiese, Anemias e Policitemia, Doenças Leucocitárias (Doenças Neoplásicas e Não Neoplásicas), Diagnóstico das Hemoglobinopatias (Estrutura e Função das hemoglobinas, Hemoglobinas anormais, Hemoglobinas S, Talassemias. Avaliação laboratorial dos distúrbios da coagulação e controle laboratorial de anticoagulação. Líquidos corporais -Líquor, Líquido Pleural, Líquido Sinovial, Líquido Ascítico, Líquido Pericárdico- (Colheita, Exame Físico/Químico e Microscópico (Citologia e Citometria), Alterações e Interpretação Clínica. 2.5 Urinálise. 2.5.1 Bioquímica da Urina (Fundamentos, Dosagens, Exame físico/químico, Interpretação clínica). Citologia urinária (Função e Doença dos Rins, Exame Físico/Químico e Microscópico, Alterações e Interpretação Clínica). 2.6 Imunologia Clínica. 2.6.1 Conceitos gerais, Resposta Imune, Células da Resposta Imune: linfócitos e Fagócitos Mononucleares, Função e Estrutura das Imunoglobulinas, Biossegurança, Imunohematologia (grupo sangüíneo, fator Rh, Coombs direto e indireto, Fator Du.). Métodos, Reações, Técnicas e Testes ligados a Imunologia. Antígeno e Imunização. Anticorpos e Imunoglobulinas. Sistema Complemento. Imunidade Humoral e Celular. Doenças Autoimunes (Lúpus Eritematoso Sistêmico). Reações Imunológicas Aplicadas no Diagnóstico Laboratorial (Aglutinação e Precipitação; Hemaglutinação Direta; Hemaglutinação Indireta; Inibição de Hemaglutinação. Técnicas de: quimioluminescência, eletroquimioluminescência, MEIA, ELISA e ELFA. 2.7 Parasitologia Clínica. 2.7.1 Coleta de Material. Fixadores. Conservadores. Técnica para Diagnóstico das Protozooses e Helmintíases Intestinais. Morfologia, Biologia, Patologia, Transmissão e Diagnóstico Laboratorial dos Protozoários e Helmintos de Importância Médica. Diagnóstico parasitológico pelo exame de fezes (Métodos e Colorações). Protozoários Intestinais e Urogenitais, Protozoários do Sangue e Tecidos, Nematódeos, Trematódeos, Cestódeos, Trypanossomas, Leishmanias. 2.8 Química Geral. 2.8.1 Soluções: Concentração e solubilidade, Unidades de Concentração (Molaridade, Molalidade, Normalidade, Percentagem por massa), Estequiometria ácido-base, Cálculos estequiométricos, Equivalentes de ácidos e bases. 2.9 Controle de Qualidade e Estatística em Laboratório de Análises Clínicas. 2.10 Biossegurança em Laboratório de Análises Clínicas. 2.11 Ética e Bioética em Farmácia Bioquímica. 2.12 Legislação Farmacêutico-laboratorial. 2.13 Regulamento Técnico para funcionamento de Laboratórios Clínicos; 2.14. Gerenciamento dos resíduos de serviços de saúde: os tipos de resíduos e a sua gestão integrada

 

Referências bibliográficas:

1. CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA (CFF), Resolução nº 417, de 29/09/2004. Aprova o código de ética da profissão farmacêutica. (Disponível em: www.cff.org.br)

2. BURTIZ, Carl A.; ASHWOOD, Edward R. Tietz: fundamentos de química clínica. 4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998.

3. COVAS, Dimas Tadeu; Hemoterapia: Fundamentos e Prática/Dimas Tadeu Covas, Dante Mário Langhi Junior, José Orlando Bordin - São Paulo: Editora Atheneu, 2007.

4. FERREIRA, Antônio Walter; ÁVILA, Sandra do Lago Moraes de. Diagnóstico Laboratorial das Principais Doenças Infecciosas e Auto-Imunes. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.

5. HENRY, John Bernard. Diagnósticos Clínicos e Tratamento por Métodos Laboratoriais. 1ª ed. São Paulo: Manole, 1999.

6. JANNINI, Pedro. Interpretação Clínica do Hemograma. 10.ed. Rio de Janeiro: Sarvier.

7. LIMA, A. Oliveira; SOARES, J. Benjamin; GRECO, J.B. et. al. Métodos de Laboratório Aplicados à Clínica. 8 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.

8. LORENZI, Therezinha F, Manual de Hematologia - Propedêutica e Clínica 4ª Ed Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.

9. MOURA, Roberto A. de Almeida. Colheita de Material para Exames de Laboratório. Rio de Janeiro: Atheneu, 1999.

10. NAOUM, Paulo César. Hemoglobinopatias e Talassemias. São Paulo: Sarvier, 1997.

11. NEVES, David Pereira; MELO, Alan Lane de; GENARO, Odair; LINARDI, Pedro Marcos. Parasitologia Humana. 10ª ed. São Paulo: Atheneu, 2000.

12. Resolução da Diretoria Colegiada - RDC nº 302, de 13 de outubro de 2005 - ANVISA: Dispõe sobre Regulamento Técnico para funcionamento de Laboratórios Clínicos.

13. Resolução RDC nº 306, de 07 de dezembro de 2004 (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

14. Resolução RDC nº 358, de 29 de abril de 2005 - Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA).

15. STRASINGER, Susan. King. Uroanálise e Fluídos Biológicos. São Paulo: Premier, 2003.

FISIOTERAPIA RESPIRATÓRIA: 1. Fisiologia respiratória aplicada. 2. Técnicas, manuseios, recursos em fisioterapia respiratória e fisioterapia motora para pacientes internados e suas aplicabilidades. 3. Semiologia do aparelho respiratório, aparelho locomotor, reumatológico, ortopédico e neurológico. 4. Patologias do aparelho respiratório e cardiovascular, reumatológicas, ortopédicas e neurológicas. 5. Assistência ao paciente crítico: procedimentos diagnósticos, farmacologia, assistência ventilatória mecânica, patologias em terapia intensiva e abordagem fisioterapêutica. 6. Assistência ventilatória não invasiva - Abo.

Referências Bibliográficas:

1. Bases da Fisioterapia Respiratória - Terapia Intensiva e Reabilitação Maria da Gloria Rodrigues Machado - Ed. guanabara koogan;

2. O ABC da Fisioterapia Respiratória George Jerre Vieira Sarmento; Denise Cardoso Ribeiro; Tathiana Santana Shiguemoto - Ed. Manole;

3. Fisioterapia em UTI - vol. I - Avaliação e Procedimentos - Clínicas Brasileiras de Medicina Intensiva - Ed. Atheneu George Jerre Vieira Sarmento; Joaquim Minuzzo Vega; Newton Sérgio Lopes;

4. Recursos manuais e instrumentais em fisioterapia respiratória Raquel Rodrigues Britto, Tereza Cristina Silva Brant, Verônica Franco Parreira - Ed. Manole;

5. Fisiologia Respiratória - West, John B. edição: 8ª. ano: 2010 Ed. Artmed

6. Fisiopatologia Pulmonar autor: Criner, Gerard/ Dalonzo, Gilbert editora: Atheneu São Paulo.

7. Egan Fundamentos da Terapia Respiratória - 9ª edição Wilkins, Robert l.; Stoller, James K.; Kacmarek, Robert M. Ed. Elsevier

8. Condutas no paciente grave - vol. 1 e 2 - 3 edição - Ed. Atheneu Elias Knobel

9. III Consenso Brasileiro de Ventilação Mecânica J bras pneumol. 2007;33 (supl 2): s 92-s 105;

10. Fisioterapia - Avaliação e Tratamento - 5ª ed. 2010 autor: O'Sullivan, Susan b.; Schmitz, Thomas J. Editora: Manole;

11. Merritt - Tratado de Neurologia - 12ª edição - 2011 Roland - Guanabara Koogan;

12. Semiologia Médica - Mario Lopez 4ª edição as bases do diagnóstico clínico - vol. 1 e 2 Ed Revinter.