Comissões de Farmácia e Terapêutica ajuda no uso racional dos medicamentos e aumenta o custo-benefício

farmacia-hospitalarEm 2 meses a Comissões de Farmácia e Terapêutica do FHS ajuda no uso racional dos medicamentos e aumenta o custo-benefício.


Garantir uma melhor assistência aos pacientes e racionalizar o uso de medicamentos e produtos para saúde. Estes são alguns dos objetivos das Comissões de Farmácia e Terapêutica instituídas em dezembro de 2010 pela Fundação Hospitalar de Saúde (FHS). Com reuniões periódicas, as comissões estão trabalhando inicialmente na padronização de uma relação de medicamentos e produtos para saúde da FHS.

“As comissões são importantes porque normatizam o trabalho assistencial. A padronização que está sendo elaborada ajuda na promoção do uso racional dos medicamentos, melhora o custo-benefício e garante um atendimento ainda mais eficaz ao paciente”, disse a presidente da comissão do Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), a infectologista Iza Lobo.

O farmacêutico Rafael Santana ressalta que a seleção de medicamentos e produtos para saúde que está sendo conduzida por especialistas das diversas áreas médicas, enfermeiros e farmacêuticos. “Leva-se sempre como referência as mais atualizadas evidências da literatura científica e as diretrizes de padronização nacionais e internacionais como a Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename) e as listas de referência da Organização Mundial de Saúde (OMS)”, reiterou.

As comissões já elaboraram suas propostas de relações de medicamentos. Porém os profissionais de saúde também poderão opinar sobre essas listas por meio de consulta pública. Os profissionais poderão sugerir modificação da lista entre o dia 21 e 25 de fevereiro através do site da Secretaria de Estado da Saúde.

“Muitas vezes, os profissionais reclamam que não possuem os materiais e os medicamentos que eles acham necessários. Por isso, é importante que participem da elaboração desta lista”, opinou o médico Anderson Holzwart, presidente da comissão dos hospitais locais e CRE. “Isto serve não só para reduzir custos, mas para racionalizá-los. Evita desperdício e que falta de medicamentos necessários”, enfatizou.

Fonte: ASN