Em Ribeirão Preto propagandistas são proibidos de visitar médicos em unidades de saúde municipais
Uma polêmica se estender em Ribeirão Preto cidade do município do interior do estado de São Paulo. A prefeitura decidiu proibir a presença de representantes da indústria farmacêutica em unidades de saúde municipais.
A medida teve início depois de denúncia de que pacientes ficavam na fila de espera enquanto os representantes conversavam com médicos.
"Em apenas um dia, contamos 38 representantes na mesma unidade", a prefeita Dárcy Vera afirmou a reportagem da Folha de São Paulo.
É a primeira vez que uma medida drástica, envolvendo representantes e médicos, ocorre em um município do Brasil.
De outro lado os propagandistas defendem que a sua atuação não é a causa das filas de atendimento.
A polêmica também envolve a influência dos propagandistas sob a prescrição do médico.
Um propagandista em reportagem a Folha de São Paulo defendeu a classe - "Nós levamos informação do medicamento. É ele que decide se prescreve ou não", afirma.
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