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Países europeus estão reforçando as medidas de combate ao coronavírus frente a uma reincidência de infecções, muitas delas causadas pela variante ômicron.

A Alemanha já confirmou até agora mais de 100 casos da nova cepa. O chanceler Olaf Scholz anunciou na terça-feira que todos os eventos de grande escala, incluindo partidas de futebol, devem ser realizados sem a presença de espectadores. Também passou a limitar encontros particulares a um máximo de 10 pessoas.

Scholz afirma que seu país não pode fechar os olhos diante desta próxima onda.

Na França, mais de 70 mil novos casos foram confirmados na terça-feira. Autoridades afirmam acreditar que, em Paris, um a cada três casos seja da variante ômicron, que se dissemina com mais rapidez.

O governo francês pretende submeter um projeto de lei que exige a comprovação de certificados de vacinação para frequentar restaurantes e para o uso de meios de transporte para deslocamentos de longa distância.

O porta-voz do governo da França, Gabriel Attal, afirmou que o projeto de lei será submetido já na próxima segunda-feira, antecipando a data anteriormente prevista para o início do novo ano.

Attal afirmou que a situação dos hospitais do país está tensa, já que aproximadamente 16 mil pacientes de Covid-19 se encontram hospitalizados, incluindo 3 mil em unidades de terapia intensiva (UTIs). Ele acrescentou que a França não tem tempo a perder, já que a ômicron se espalha muito rapidamente.

Alguns outros países estão reforçando as medidas de quarentena. A Itália e a Grécia exigem que todas as pessoas oriundas de outras partes da União Europeia mostrem prova de teste negativo para o vírus, independentemente de terem sido vacinadas ou não.

 

 

* com informações da TV Japonesa NHK