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Farmacêuticos têm representado a população em todas as instâncias legislativas. São senadores, deputados federais e estaduais e vereadores que vem lutando pelas causas da profissão e por uma assistência à saúde de qualidade. Um desses representantes, o farmacêutico Lucas Ramos, acaba de assumir o cargo na Câmara Municipal de Sumidouro, cidade situada a 174 km da capital, no Rio de Janeiro. Eleito pela coligação PDT/PSD, ele foi o 9º vereador mais votado em sua cidade, mas em decorrência das regras eleitorais em vigência no país, que adota o sistema proporcional, acabou ficando na suplência. Com a morte de Aldicea Charles Mattar, titular do cargo, Lucas Ramos foi empossado. “Parabenizo ao colega e conto com seu apoio às causas dos farmacêuticos e da Saúde na Câmara Municipal de Sumidouro”, comentou Walter Jorge João, presidente do Conselho Federal de Farmácia.

“Farei o meu melhor, visando sempre o bem comum da população, independente de bandeira partidária, pois além de representar os 409 votos a mim confiados, tenho o dever de respeitar e de representar a nossa insubstituível vereadora Aldicea Mattar”, comentou Lucas Ramos. Apesar do pouco tempo de mandato que tem pela frente – em 15 de novembro serão eleitos os novos vereadores, a serem empossados no início do próximo ano – o farmacêutico tem como um dos projetos prioritários aprovação de uma lei municipal instituindo a prescrição farmacêutica. Essa atribuição clínica do farmacêutico foi instituída em 2013, com a publicação da Resolução CFF nº 586. “Quero propor um projeto de lei que venha tornar mais igualitária a distribuição dos medicamentos no município”, comenta.

Lucas Ramos destaca a importância da representação farmacêutica nas Câmaras Municipais. “O farmacêutico é um profissional da saúde. Então ele não vai se preocupar apenas com medicamentos e insumos, mas com a saúde das pessoas, além de fiscalizar como estão sendo gastos os recursos destinados a essa área”, destaca. Na opinião do novo vereador, os farmacêuticos devem buscar uma maior participação política. “Os farmacêuticos devem, sim, se candidatar a cargos políticos para lutar pelo direito das pessoas a uma saúde coletiva melhor, a um SUS que funcione. Os farmacêuticos não veem o cidadão apenas como pessoa, mas como paciente, que precisa de atendimento de qualidade.”

 

Fonte: Comunicação do CFF