grupo tapajos

Rede integra seleto clube de empresas com receita acima de R$ 1 bilhão

 

 

O Norte do país protagonizou a maior escalada do varejo nacional em um ano. O Grupo Tapajós, líder do mercado farmacêutico na região, avançou 120 posições no ranking das 300 maiores varejistas do país e entrou para o seleto clube de 130 empresas do setor com faturamento bilionário.

Foi a maior evolução entre as companhias listadas no levantamento, elaborado pela Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC). Na comparação com o estudo anterior, o grupo saltou do 247º para o 127º lugar, graças à receita superior a R$ 1,1 bilhão. Considerando apenas o segmento farmacêutico, ultrapassou oito concorrentes e já está entre as top 12 do Brasil.

As 126 lojas das bandeiras Santo Remédio, FarmaBem e Flexfarma, distribuídas pelas capitais Belém (PA), Boa Vista (RR), Manaus (AM) e Porto Velho (RO), ganharam protagonismo na pandemia e foram determinantes para essa expansão.

“São mais de 1,2 milhão de consumidores que, mensalmente, frequentam nossas unidades em busca de medicamentos, produtos para imunidade, bem-estar e serviços farmacêuticos. Em uma região duramente afetada pela Covid-19, atuamos como um hub estratégico de atenção primária de saúde, engajando e conscientizando a população no combate ao coronavírus”, ressalta o CEO Wili Garcêz.

Como parte dessa meta, a Tapajós já mantém 21 salas clínicas nas redes FarmaBem e Santo Remédio, com serviços como medição de glicemia e pressão arterial, vacinação e revisões medicamentosas.

 

Diversificação do mix

O Grupo Tapajós trabalha atualmente com um mix de mais de 14 mil produtos. Desse portfólio total, 2.300 foram lançamentos, especialmente nos segmentos dermatológicos, de beleza e bem-estar, o que reforçou a oferta aos consumidores e potencializou os resultados. “A categoria de medicamentos já estava bem consolidada, por isso demos essa guinada em direção às áreas de beleza, higiene e cuidados pessoais”, esclarece Garcêz. 

O executivo frisa ainda a importância dos investimentos em marcas próprias, que já totalizam 3% do faturamento. “Trata-se de um segmento com alto potencial de fidelização de clientes, o que vem colaborando para intensificar a rede de parcerias com a indústria farmacêutica”, acredita.