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Categoria: Mercado Farmacêutico
By Fábio Reis
Fábio Reis
10.Jul

Acordo Mercosul–EFTA avança com perspectivas positivas para indústria brasileira

producao medicamento industria farmaceutica

Coalização Empresarial Brasileira, ação da CNI, presidiu diálogo entre integrantes do governo, setor industrial e agronegócio para explicar acordo.

 

A Secretária de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Tatiana Prazeres, o ministro Henrique Choer Moraes do Itamaraty e a diretora do Departamento de Negociações e Análises Comerciais do Ministério da Agricultura e Pecuária, Ana Lúcia Oliveira Gomes, apresentaram na última quinta-feira (3) aos integrantes da Coalizão Empresarial Brasileira (CEB), entidade ligada à Confederação Nacional das Indústrias (CNI), e do agronegócio os detalhes do acordo entre o Mercosul e a Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA).

A reunião foi coordenada por Reginaldo Arcuri, presidente da CEB, que destacou os avanços que o acordo vai trazer para a indústria brasileira.

"É extremamente relevante para o país, não só cada uma dessas conquistas que foram feitas, em especial as questões relativas à propriedade intelectual e regras de origem, mas também a possibilidade de estarmos ampliando as nossas frentes de acordos comerciais em um momento em que as mudanças no mundo estão críticas, mas sempre fazendo com que o papel do país seja cada vez mais de impulsionar aquilo que interessa para a indústria e para o agronegócio brasileiro", afirmou Reginaldo Arcuri.

Tatiana Prazeres destacou que o acordo vai permitir que os produtos brasileiros acessem um mercado com cerca de 15 milhões de consumidores, com um PIB somado de R$ 1,4 trilhão e que importaram US$ 467 bilhões em produtos no ano passado. A estimativa do MIDC é de que o acordo terá um impacto positivo de R$ 2,69 bilhões sobre o PIB do Brasil.

"Nós estamos convencidos que, para além de bens, a abertura e o estreitamento com o EFTA em serviços, pode contribuir para a competitividade industrial do Brasil. Esse acordo contribui para a inserção internacional do Brasil em exportações, importações, investimentos, aumento de PIB e redução do nível de preços do consumidor", destacou Tatiana Prazeres.

Um dos pontos que permitiram a conclusão as negociações foi relativo às questões de propriedade intelectual. O ministro Henrique Choer Moraes, que integrou o grupo de negociadores brasileiros, disse que o acordo é muito positivo e que o momento da geopolítica mundial favorece esse tipo de entendimento. Apesar dos avanços, o Itamaraty explicou que espera que o acordo seja submetido ainda a um referendo na Suíça.

"O resultado é muito satisfatório. Não cedemos em propriedade intelectual. O momento atual mostra que essa agenda pode avançar, mas em termos que são favoráveis a nós. Não estamos fechando acordos só por fechar, nós estamos fechando acordos abrindo oportunidades de negócios, mas sem sacrificar interesses que são caros ao governo brasileiro", explicou.

Reginaldo Arcuri lembrou que o Brasil já é signatário do Acordo sobre os Aspectos dos Direitos de Propriedade Intelectual Relacionados ao Comércio, o TRIPS, que estabelece um patamar robusto e internacionalmente reconhecido de proteção em propriedade intelectual.

"Não faria sentido, portanto, assumirmos compromissos adicionais que possam restringir a política industrial e comprometer o acesso a tecnologias estratégicas para o desenvolvimento nacional, como no caso da indústria farmacêutica", disse o presidente da CEB.

O anúncio do acordo entre Mercosul e EFTA acontece na semana seguinte a um outro entendimento importante sobre patentes no mercado internacional. Na última terça-feira (24), o Decreto Legislativo 174/25 formalizou a adesão do Brasil ao Tratado de Budapeste, que simplifica o procedimento de depósito de material biológico exigido em alguns pedidos de patente que envolvem microrganismos vivos. O tratado amplia a segurança jurídica, reduz custos e fortalece a biotecnologia brasileira no cenário internacional.

Do ponto de vista do agronegócio, Ana Lúcia Oliveira Gomes afirmou que o acordo com o EFTA representa uma abertura de mercado importante para o agronegócio brasileiro com países que tradicionalmente aplicam alíquotas altas para os produtos brasileiros. O entendimento assinado garante acesso preferencial dos países do Mercosul ao EFTA para carnes, farelo da soja, milho, arroz, café torrado e outros produtos.

"Apesar das populações desses países não serem tão grandes, a gente está falando de um altíssimo poder de compra. As barreiras tarifárias e sanitárias são atualmente os principais empecilhos para as nossas exportações", disse Ana Lúcia.

O EFTA é composto por Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein, países que não fazem parte da União Europeia.

 

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