Happiness Dlamini, de 31 anos, é mãe de uma menina de quatro anos e um menino de onze. Eles vivem na Suazilândia, país que faz fronteira com a África do Sul.

Em 2003, ela descobriu que era HIV positivo,o e no ano passado descobriu que também estava infectada com tuberculose multirresistente (MDR-TB). O tratamento para a doença é difícil e tem dois anos de duração. Os efeitos colaterais dos medicamentos que ela toma são graves e debilitantes, e vão de náusea persistente à psicose.

Os pacientes também têm que adaptar o cotidiano com suas famílias para reduzir o risco de transmissão da doença para eles e outras pessoas da comunidade. Isso pode afetar relacionamentos e levar a uma terrível sensação de isolamento.

 

 

MSF e a tuberculose na Suazilândia

MSF começou a tratar os pacientes com tuberculose multirresistente na Suazilândia no começo de 2008. Hoje, a organização, em parceria com equipes do Programa Nacional de Controle da TB, trata 157 pacientes de MDR-TB na região de Shiselweni.

 

Fonte: Texto e vídeo do site Médicos Sem Fronteiras, organização que ajuda pessoas pelo mundo
Fonte que levou a Publicação no Pfarma foi através do artigo publicado no wesbite do CRF-RJ