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- Consulta Pública da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (CONITEC) avalia a incorporação de mais terapias com potenciais de melhorar o controle diário da doença.
- Uma das opções terapêuticas existentes no mercado ainda não disponível no protocolo clínico e diretrizes terapêuticas (PCDT) é o Seretide®, da GSK.¹

 

 

Os pacientes que têm asma leve a moderada podem ter acesso a mais tratamentos pelo SUS. Até o dia 9 de março, está aberta uma consulta pública da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (CONITEC) que pode aumentar o número de medicamentos gratuitos no rol do Ministério da Saúde. A participação é aberta ao público e pode ser feita pelo link: https://bit.ly/2Ztp2gf. "Um dos principais desafios da jornada de quem tem asma leve a moderada é entender que é uma doença séria e que se não tratada adequadamente, pode levar a complicações graves. A disciplina na adesão ao tratamento da asma no dia a dia pode prevenir internações e hospitalizações, reduzir o risco de morte e elevar a qualidade de vida do paciente", explica o médico pneumologista Bernardo Maranhão, gerente médico da GSK.

No Brasil, a asma atinge cerca de 20 milhões de pessoas, de acordo com a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT)2. A participação da sociedade civil no processo da consulta pública pode representar mais tratamentos disponíveis para quem tem asma. Uma das opções terapêuticas existentes no mercado ainda não disponível no protocolo clínico e diretrizes terapêuticas (PCDT) é o Seretide®, da GSK.¹ Com eficácia comprovada, o medicamento inalatório oral é indicado para o controle regular da asma.³

 

Referências:

• Ministerio da Saúde (Brasil). Departamento de Ciência e Tecnologia. Secretaria de Ciência-Tecnologia e Insumos Estratégicos. Portaria No 1.317 - Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas - Asma. 2013.

• Sociedade Brasileira de Pneumologia. Disponível em: https://sbpt.org.br/portal/publico-geral/doencas/asma-perguntas-e-respostas/ Acessado em dezembro de 2020.

• https://br.gsk.com/media/605343/seretide-diskus-gds35-ipi20-l1124.pdf

 

BSIS Seretide

Reações adversas: COMUNS - candidíase oral, disfonia, cãimbra, artralgia e pneumonia em pacientes com DPOC; RARAS - reação anafilática, supressão adrenal e broncoespasmo paradoxal.

Precauções: Recomenda-se a monitorização regular da estatura das crianças sob tratamento prolongado com corticosteroides inalatórios.

Destaque contraindicação e interações medicamentosas (ANVISA)

Contraindicações: Seretide é contraindicado para pacientes com hipersensibilidade a qualquer componente da fórmula. Contém lactose (dispositivo Diskus).

Interações medicamentosas: Podem ocorrer quando administrado com potentes inibidores do citocromo P450 (ritonavir e cetoconazol).

 

Seretide® (xinafoato de salmeterol/propionato de fluticasona)

 

INDICAÇÕES:

Seretide® está indicado no tratamento de manutenção da asma e doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), incluindo bronquite crônica e enfisema pulmonar. POSOLOGIA: Asma - Adultos e adolescentes acima de 12 anos: Seretide® DISKUS®: 50/100, 50/250 ou 50/500mcg - uma inalação, duas vezes ao dia. Seretide® SPRAY: 25/50, 25/125 ou 25/250mcg - duas inalações, duas vezes ao dia. Crianças acima de 4 anos: Seretide® DISKUS®: 50/100 mcg - uma inalação, duas vezes ao dia. Seretide® SPRAY: 25/50 mcg - duas inalações, duas vezes ao dia. DPOC - Seretide® DISKUS®: Uma inalação 50/250 a 50/500mcg, duas vezes ao dia. Seretide® SPRAY: Duas inalações 25/125 ou 25/250 mcg duas vezes ao dia.

 

CONTRAINDICAÇÕES:

Uso em pacientes com hipersensibilidade conhecida a qualquer componente da fórmula. 

 

PRECAUÇÕES:

Este medicamento pode causar doping. Seretide® não deve ser usado no alívio dos sintomas agudos e não deve ser suspenso abruptamente. Seretide® deve ser administrado com cautela a pacientes portadores de tuberculose pulmonar ativa ou quiescente, portadores de tireotoxicose, assim como em pacientes com doenças cardiovasculares. Verificou-se um aumento da notificação de pneumonia em estudos de pacientes com DPOC que receberam Seretide®. Pode ocorrer hipocalemia transitória. Efeitos sistêmicos podem ocorrer com o uso de corticoides inalatórios em altas doses por períodos prolongados. Alguns efeitos sistêmicos prováveis incluem síndrome de Cushing ou manifestações Cushingóides, supressão adrenal, retardo no crescimento de crianças e de adolescentes (crianças devem ter seu crescimento monitorado), diminuição na densidade óssea, catarata, glaucoma e coriorretinopatia central serosa. Pacientes submetidos a situações de estresse ou em transferência de terapia de corticoides orais para via inalatória necessitam de cuidado especial e, por isso, a função adrenocortical deve ser monitorada. Houve relatos raros de aumento da glicemia. Como em outras terapias inalatórias, pode ocorrer broncoespasmo paradoxal com aumento imediato de sibilos. Nesses casos, o tratamento deve ser descontinuado. 

 

GRAVIDEZ E LACTAÇÃO:

O uso somente deve ser considerado se o benefício esperado para a mãe for maior que qualquer risco para o feto. 

 

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS:

O uso concomitante de β-bloqueadores seletivos e não seletivos deve ser evitado, a menos que existam razões suficientes para associação destes. Baixas concentrações plasmáticas do propionato de fluticasona são alcançadas após inalação, portanto, é improvável a ocorrência de interações medicamentosas clinicamente significativas. Efeitos sistêmicos foram observados em pacientes sob o uso de propionato de fluticasona e ritonavir, por isso, o uso concomitante deve ser evitado. A coadministração de inibidores potentes do CYP3A4 (p. ex cetoconazol) pode aumentar a exposição sistêmica à fluticasona e ao salmeterol (podendo levar a um prolongamento do intervalo QTc).

 

REAÇÕES ADVERSAS:

Muito comum: cefaleia. Comuns: candidíase oral e orofaringea, pneumonia (pacientes com DPOC). Incomuns: reações cutâneas de hipersensibilidade, dispneia, catarata, hiperglicemia, ansiedade, distúrbios do sono, tremores, palpitações, taquicardia, fibrilação atrial, irritação na garganta, equimoses. Raras: reações anafiláticas, glaucoma, mudanças de comportamento, arritmias cardíacas, candidíase no esôfago. Dados pós-comercialização: Raras: reações de hipersensibilidade, síndrome de Cushing, supressão adrenal, retardo do crescimento em crianças e adolescentes, diminuição da densidade mineral óssea, distúrbos respiratórios, broncoespasmo paradoxal.

 

SUPERDOSAGEM:

Os sintomas de superdosagem para o salmeterol são tremor, cefaleia, taquicardia, elevação PAS e hipocalemia. Doses elevadas de propionato de fluticasona podem levar à supressão temporária da função adrenal, podendo levar a uma crise adrenal aguda, principalmente em crianças. Não há tratamento específico para uma superdosagem de salmeterol e propionato de fluticasona. Se ocorrer superdosagem, os pacientes devem ser tratados com terapia de suporte e acompanhamento adequado, se necessário. Para dados completos sobre a segurança do medicamento, a bula na íntegra deverá ser consultada e poderá ser solicitada à empresa através do Departamento de Informações Médicas da GSK

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. Reg. MS 1.0107.0230