residencia-faculdade-farmacia-ufesA Coordenação da Comissão de Residência Multiprofissional do Hospital Universitário Cassiano Antonio Moraes (HUCAM) da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES),  abre as inscrições para o Concurso de Seleção para provimento de vagas do Programa de Residência Multiprofissional em Saúde (PRMPS) do ano de 2013.

Vagas para farmacêutico: 02 (duas) vagas

Inscrições: até 9 de novembro de 2012.

Prova objetiva: 25/11/2012.

A residência Multiprofissional em Saúde do HUCAM terá como área de concentração Atenção à saúde da criança e adolescente. A residência exige que o profissional já tenha o registro no conselho de classe bem como dedicação exclusiva. Possui duração de 2 anos e possui remuneração.

Veja o Edital na integra no link http://web3.ufes.br/residenciamultiprofissional/node/15

 

Programa e Referências bibliográficas para o processo seletivo da Residência
Multiprofissional em Saúde do HUCAM – Edital 01/2012


CONTEÚDO TRANSVERSAL (questões para todas as áreas – Enfermagem,
Nutrição, Farmácia, Serviço Social e Psicologia)
1.  ANDRADE, L. O. M.; BUENO, I. C. H. C.; BEZERRA, R. C. Atenção Primária à Saúde
e Estratégia Saúde da Família. In: CAMPOS, G.W; MINAYO, M.C; AKERMAN, M;
JUNIOR, M.D; CARVALHO,Y. M. (org).  Tratado de Saúde Coletiva. São Paulo:
Hucitec; Rio de Janeiro: Fiocruz, 2006. p.783-836.
2.  AYRES, J. R. C. M.; CALAZANS, G. J.; HARALDO, C. S. F.; FRANÇA-JUNIOR, I.
Risco, vulnerabilidade e práticas de prevenção e promoção da saúde. In: CAMPOS,
G.W;  MINAYO, M.C;  AKERMAN, M; JUNIOR, M.D; CARVALHO,Y. M. (org).  Tratado
de Saúde Coletiva.  São Paulo: Hucitec; Rio de Janeiro: Fiocruz, 2006. p. 375-417.
3.  BARATA, R. B. Desigualdades sociais e saúde. In: CAMPOS, G.W;  MINAYO, M.C;
AKERMAN, M; JUNIOR, M.D; CARVALHO,Y. M. (org). Tratado de Saúde Coletiva.
São Paulo: Hucitec; Rio de Janeiro: Fiocruz, 2006. p. 457-486.
4.  BRASIL. Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990. Dispõe sobre as condições para
a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento
dos serviços correspondentes e dá outras providências. Diário Oficial da União,
Brasília, DF, 20 set. 1990. p. 018055.
5.  BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria-Executiva. Núcleo Técnico da Política
Nacional de Humanização. Humaniza SUS: Política Nacional de Humanização: a
humanização como eixo norteador das práticas de atenção e gestão em todas as
instâncias do SUS. Brasília: Ministério da Saúde, 2004.
6.  CAMPOS, G. W. S. Clínica e saúde coletiva compartilhadas: teoria Paidéia e
reformulação ampliada do trabalho em saúde. In: CAMPOS, G.W;  MINAYO, M.C;
AKERMAN, M; JUNIOR, M.D; CARVALHO,Y. M. (org). Tratado de Saúde Coletiva.
São Paulo: Hucitec; Rio de Janeiro: Fiocruz, 2006. p. 53-92.
7.  CARVALHO, Y. M. Formação e Educação em Saúde: aprendizados com a saúde
coletiva. In: CAMPOS, G.W;  MINAYO, M.C;  AKERMAN, M; JUNIOR, M.D;
CARVALHO,Y. M. (org).Tratado de Saúde Coletiva. São Paulo: Hucitec; Rio de
Janeiro: Fiocruz, 2006. p. 149-182.
8.  COHN, A. O estudo das políticas de saúde: implicações e fatos. In: CAMPOS, G.W;
MINAYO, M.C; AKERMAN, M; JUNIOR, M.D; CARVALHO,Y. M. (org).Tratado de
Saúde Coletiva. São Paulo: Hucitec; Rio de Janeiro: Fiocruz, 2006. p. 231-258.
9.  CUNHA, A.  J.  L.  A.; SANTOS, S.  R. Epidemiologia da adolescência. In: ALMEIDA
FILHO, N.; BARRETO, M.  L.  Epidemiologia & Saúde:  Fundamentos, métodos,
aplicações. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. p. 408-426.
10.  LEAL, M.  C.; BARROS, F. Epidemiologia perinatal e da infância. In: ALMEIDA
FILHO, N.; BARRETO, M.  L.  Epidemiologia & Saúde:  Fundamentos, métodos,
aplicações. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. p. 400-407.
11.  NUNES, E. D. Saúde Coletiva: uma história recente de um passado remoto. In:
CAMPOS, G.W; MINAYO, M.C; AKERMAN, M; JUNIOR, M.D; CARVALHO,Y. M. (org).
Tratado de Saúde Coletiva. São Paulo: Hucitec; Rio de Janeiro: Fiocruz, 2006. p.
295-315.
12.  ROQUAYROL, Z. Contribuição da epidemiologia. In: CAMPOS, G.W;  MINAYO,
M.C;  AKERMAN, M; JUNIOR, M.D; CARVALHO,Y. M. (org).Tratado de Saúde
Coletiva. São Paulo: Hucitec; Rio de Janeiro: Fiocruz, 2006. p. 319-373.
13.  VASCONCELOS, C. M; PASCHE, D.F. O Sistema Único de Saúde. In: CAMPOS,
G.W;  MINAYO, M.C;  AKERMAN, M; JUNIOR, M.D; CARVALHO,Y. M. (org).Tratado
de Saúde Coletiva. São Paulo: Hucitec; Rio de Janeiro: Fiocruz, 2006. p. 531-562.
14.  WALDMAN, E. A. Vigilância como prática de saúde pública. In: CAMPOS, G.W;
MINAYO, M.C; AKERMAN, M; JUNIOR, M.D; CARVALHO,Y. M. (org).Tratado de
Saúde Coletiva. São Paulo: Hucitec; Rio de Janeiro: Fiocruz, 2006. p. 487-528.
15.  WESTPHAL, M. F.; Promoção da saúde e prevenção de doenças. In: CAMPOS,
G.W; MINAYO, M.C;  AKERMAN, M; JUNIOR, M.D; CARVALHO,Y. M. (org).  Tratado
de Saúde Coletiva. São Paulo: Hucitec; Rio de Janeiro: Fiocruz, 2006. p. 635-667.

 

CONTEÚDO ESPECÍFICO PARA A ÁREA DE FARMÁCIA:


PROGRAMA – FARMÁCIA
Legislação Farmacêutica. Farmacovigilância. Sistemas de Distribuição de
Medicamentos. Farmacocinética e Farmacodinâmica. Farmacoterapia (Antibacterianos,
analgésicos e antiinflamatórios). Compatibilidade e Estabilidade de Fármacos e
Preparações Dispensadas pelo Farmacêutico. Interações medicamentosas.
Preparações parenterais. Manipulação de medicamentos estéreis e não-  estéreis em
Farmácia Hospitalar. Embalagem e acondicionamento. O Farmacêutico no Controle de
Infecção Hospitalar. Assistência Farmacêutica. Boas práticas de manipulação e
armazenamento. Bioquímica: carboidratos (diabetes e outras desordens dos
carboidratos), lipídeos (apolipoproteínas e lipoproteínas), enzimas.


BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
1.  ANSEL, H. C., POPOVICH, N. H.  Formas farmacêuticas e sistemas de
liberação de fármacos. 8 ed. Porto Alegre:Artmed, 2007.
2.  AULTON, M. E. Delineamento de formas farmacêuticas. 2 ed. Porto Alegre:
Artmed, 2005.
3.  BURTIS, C. A., ASHWOOD, E. R., BRUNS, D. E. Tietz - Fundamentos de química
clínica. 6ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.
4.  BRUNTON, L. L.; LAZO, J. S.; PARKER, K.  L.  Goodman & Gilman  -  As Bases
Farmacológicas da Terapêutica. 11ª Edição. Rio de Janeiro: McGrawHill, 2007.
5.  FUCHS, F. D.; WANNMACHER, L.  Farmacologia Clínica  -  Fundamentos da
Terapêutica Racional - 4ªed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.
6.  GOMES, M. J. V. M.; REIS, A. M. M.  Ciências Farmacêuticas:  uma abordagem
em Farmácia hospitalar. São Paulo: Editora Atheneu, 2001.
7.  KENNETH, A.B., et al.  Interações Medicamentosas: o novo padrão de
interações medicamentosas e fitoterápicas. 2 ed. Barueri - SP: Manole, 2006.
8.  THOMPSON, J. E.  A prática farmacêutica na manipulação de medicamentos.
Porto Alegre: Artmed, 2006.
9.  OGA, S.; BASILE, A. C.; CARVALHO, M. F.  Guia Zanini-Oga de Interações
medicamentosas. São Paulo: Atheneu, 2002.
10.RANG, H. P.; DALE, M.N.; RITTER, J. M.; MOORE, P. K. Farmacologia.  5ª ed. Rio
de Janeiro: Elsevier, 2003.
11.SILVA, P. Farmacologia. 8ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.
12.SOCIEDADE BRASILERA DE FARMÁCIA HOSPITALAR.  Guia de boas práticas em
farmácia hospitalar e serviços de saúde. São Paulo: SBRAFH, 2009.
13.STORPIRTIS, Sílvia et al. (Org.).  Farmácia clínica e atenção farmacêutica. Rio
de janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
14.Agência Nacional de Vigilância Sanitária - RDC N
0
67, de 08/10/2007
15.Conselho Federal de Farmácia.  A  organização jurídica da profissão
farmacêutica, 3ª ed, Brasília, 2001.
16.OLIVEIRA, M.A.; BERMURDEZ, J.A; OSORIO-DE-CASTRO, C.G.S.  Assistência
farmacêutica e acesso a medicamentos. Rio de Janeiro: editora FIOCRUZ,
2007.
17.BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Departamento de
Atenção Básica. Política nacional de medicamentos. Brasília, 2001.
18.BRASIL. Ministério da Saúde. Conselho Nacional de Saúde.  Resolução nº. 338,
de 6 de maio de 2004. Dispõe sobre a aprovação da Política Nacional de
Assistência Farmacêutica. Diário Oficial da União 2004; 7 mai.
19.ESPÍRITO SANTO (Estado). Secretaria de Estado da Saúde. Gerência de Assistência
Farmacêutica.  Diagnóstico da Assistência Farmacêutica no setor público e
Política Farmacêutica do Estado do Espírito Santo. Vitória, 2007.
20.ZUBIOLI, Arnaldo.  Ética farmacêutica. São Paulo: Sociedade Brasileira de
Vigilância de Medicamentos, c2004.
21.CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA (BRASIL).  Código de ética da profissão
farmacêutica: Resoluções do CFF nº 417, 418/2004 e 431/2005. Brasília:
CFF, 2005. 48 p. Disponível em:
http://www.cff.org.br/sistemas/geral/revista/pdf/76/08-codigodeetica.pdf.