anvisa agencia nacional vigilancia santiraria

A Pfizer e BioNTech divulgou que vacina foi 90% eficaz na prevenção da COVID-19 . Anvisa esclarece que não é possível antecipar posições sobre a eficácia e a segurança das vacinas antes que as pesquisas sejas concluídas e os dados analisados.

 

 

Apesar das notícias promissoras divulgadas por laboratórios farmacêuticos em busca de uma imunização eficiente contra a Covid-19 (doença causada pelo coronavírus SARS-CoV-2) , não existem, até o momento, dados submetidos à Anvisa para a avaliação da eficácia e da segurança destes produtos.

Assim, não é possível antecipar posições sobre a eficácia e a segurança das vacinas antes que as pesquisas sejas concluídas e os dados analisados.

Todas as quatro vacinas para Covid-19 em teste no país encontram-se na fase 3 de pesquisa e até o momento não há resultados conclusivos para nenhum dos produtos.

 

Situação das pesquisas com vacinas contra a COVID-19

Das quatros pesquisa clínicas autorizadas no país, as vacinas de Oxford e a Coronavac submeteram dados pré-clínicos para a submissão contínua pela Anvisa. Este é um novo processo pelo qual os laboratórios podem enviar para a Anvisa os dados que já se encontram prontos, enquanto as demais fases de pesquisa seguem em andamento.

Não há pedidos de registro ou outras solicitações de pesquisa no momento para o Brasil.

As vacinas para Covid-19 com autorização de pesquisa clínica no Brasil são:

Oxford (AstraZeneca e Fiocruz)

Coronavac (Sinovac e Butantan)

Pfizer-Wyeth

Janssen-Cilag (Johnson & Johnson)

 

Fonte: Anvisa