Os farmacêuticos devem prestar serviços de atenção à saúde, tomar decisões, ser comunicadores, buscar aprendizado contínuo, gerenciar pessoas, inovar e ser sensíveis às mudanças, trabalhar em equipe, traçar estratégias, analisar problemas e buscar soluções. Esses são os novos desafios a serem enfrentados pelos farmacêuticos, segundo a presidente nacional da Anfarmag(Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais), Maria do Carmo Garcez, que ministrou a palestra “Era da prestação de serviços – competências profissionais e exigências do mercado de trabalho”, no “X Encontro Paulista de Farmacêuticos”, no último dia 20, em São Paulo. “Precisamos reforçar nosso papel em todos os momentos relacionados ao uso de medicamentos”.  

 

Especificamente em relação aos farmacêuticos magistrais, Maria do Carmo ressaltou ainda que a qualificação dos colegas depende de “aprendizagem incessante e conhecimentos transversais (farmacologia, farmacotécnica, farmacoterapia, química, administração, finanças e gestão, entre outras)”. Ela mencionou que os profissionais devem ser dinâmicos e observadores e capazes de estabelecer relações com pacientes, prescritores, clientes e colaboradores, entre outros. “Assim como em outras áreas da saúde, os profissionais magistrais precisam de qualificação mais específica”.  

 

A Anfarmag estima que o país conta com cerca de 20.700 farmacêuticos magistrais (em média, 2,8 farmacêuticos por farmácia) e aproximadamente 340 faculdades de farmácia. A cadeia magistral tem 50 mil colaboradores diretos em outras ocupações e 200 mil colaboradores indiretos.   

 

Maria do Carmo reforçou que a associação busca o fortalecimento das farmácias magistrais por meio de ações técnicas (SINAMM), marketing institucional das farmácias, políticas (relacionamento intensivo com órgãos sanitários, instituições, entidades e cadeia farmacêutica) e administrativas (apoio às farmácias associadas por meio da estrutura interna da entidade).

 

Fonte: Redação Anfarmag