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Segundo lugar no ranking dos países que mais realizam cirurgias plásticas no mundo, o Brasil perde apenas para os Estados Unidos. De acordo com a Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (Isaps, na sigla em inglês), o número de brasileiros que recorre a intervenções cirúrgicas e procedimentos não invasivos cresce a cada ano. Grande parte dessa demanda deve-se à eficácia cada vez maior dos procedimentos menos invasivos. Neste contexto de tratamentos modernos, destaca-se a bioestimulação de colágeno por meio da aplicação de ácido-poli-L-lático (PLLA).

Ao ser injetada logo abaixo da derme, a substância ativa a produção de colágeno, que reduz a flacidez da pele e aumenta sua espessura. Desta forma, suaviza as marcas e as linhas de expressão e restaura os contornos e o volume da face e do corpo decorrentes do envelhecimento da pele.

Neste ano, o Sculptra®, o único bioestimulador de colágeno do mercado, com indicação primária em bula, completa 15 anos de cases de sucesso envolvendo a restauração da firmeza e da sustentação da pele. O produto é desenvolvido à base de ácido poli-L-lático, substância utilizada mundialmente desde 1999. Cinco anos depois, foi aprovado para fins estéticos no Brasil, revolucionando o ramo de tratamentos dermatológicos.

De acordo com o dermatologista Dr. Daniel Coimbra, o produto trouxe uma nova visão para os especialistas. "Até o início dos anos 2000, o tratamento se limitava, principalmente, ao preenchimento de linhas na superfície da pele com ácido hialurônico ou colágeno bovino. A partir do seu lançamento, houve um novo olhar sobre o tridimensional da face, não só por preencher, mas também pela melhora da sustentação, da firmeza e do contorno dela", relembra o dermatologista.

Com 10 anos de experiência para o tratamento corporal utilizando o Sculptra® para a bioestimulação de colágeno em regiões como glúteos, abdômen, braços e coxas, sendo um dos pioneiros no mundo, o Dr. Daniel Coimbra recomenda que o produto seja utilizado para criar uma "poupança de colágeno", ou seja, para guardar a substância desde cedo e prevenir tanto a flacidez quanto o aparecimento dos sinais de envelhecimento.

"Estudos apontam que a expressão gênica da produção de colágeno aumenta em 433% e, mesmo após uma única aplicação, a produção de colágeno da pele aumenta em 67%", explica o dermatologista. Recomenda-se que o paciente faça até uma sessão para cada década de vida – em 50 anos, realizar até cinco sessões, por exemplo –, com um intervalo mínimo de um mês entre elas.

O tratamento com o PLLA traz resultados naturais e visíveis de dentro para fora. Nesses 15 anos de história no meio estético, o produto devolveu a autoestima para milhares de pessoas ao redor do mundo – não é à toa que seus resultados possuem aprovação de 80% de seus pacientes, mesmo após 25 meses da primeira aplicação.

 

Fonte: Galderma