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Desde o início da pandemia, a Eurofarma fez doações que já chegam a R$ 62 milhões, considerando a entrega de cestas básicas, EPIs, álcool em gel entre outros

 

 

A Eurofarma, multinacional farmacêutica presente em 20 países da América Latina, doou este mês mais de 500 mil unidades de diversos medicamentos para as vítimas do terremoto que afetou o Haiti, deixando 2 mil mortos e 12 mil feridos. A iniciativa, conduzida no Brasil pela Organização dos Haitianos que Vivem no Brasil (OHVB), conta com a participação de empresas privadas e as doações serão encaminhadas à República Dominicana onde a Fundação Centre Vivre Ensemble e a Missão Eglise de Dieu Maison de Refuge de Sources Cazeau centralizarão o recebimento e farão o envio ao Haiti.

A Eurofarma conta com um robusto programa de Doação de Medicamentos, implantado em 2008. Por ser um valor da empresa e uma das ferramentas para dar acesso e evitar a destruição de medicamentos aptos para uso, a Eurofarma assume o pagamento integral de impostos e doa medicamentos com prazo de validade igual ou inferior a 6 meses para diferentes organizações não governamentais e instituições de saúde que atuam junto a populações vulneráveis. A causa em prol dos haitianos mobilizou dezenas de colaboradores para viabilizar a doação de uma grande quantidade de medicamentos em tempo recorde.

Para Maria del Pilar Muñoz, vice-presidente de Novos Negócios e Sustentabilidade da Eurofarma, o fato de ser a única farmacêutica brasileira com atuação regional reforçou ainda mais a solidariedade com o país e a necessidade de ajudar humanitariamente. "Temos forte presença na América Latina e o compromisso de estarmos próximos das demandas da região, contribuindo para a oferta e o acesso a medicamentos. Neste momento de tanta fragilidade e dor, poder ajudar essas pessoas, com quem tanto nos solidarizamos, é motivo de orgulho. Ao todo, destinamos mais de 500 mil unidades de medicamentos que serão muito importantes para atender esta demanda excepcional. A iniciativa também expande e reforça nosso compromisso social", conclui.

Dentre os produtos doados estão antibióticos, anti-inflamatórios e antissépticos, incluindo medicamentos para uso exclusivo hospitalar e de combate à covid-19.

 

Ajuda humanitária em tempos de covid-19

Desde o início da pandemia, a Eurofarma fez doações que já chegam a R$ 62 milhões, considerando a entrega de cestas básicas, EPIs, álcool em gel, recurso financeiro para ampliação de leitos hospitalares, manutenção de tratamento de pacientes oncológicos e mais de 800 mil unidades de medicamentos para instituições de saúde em todo o Brasil.

Vale lembrar que, desde março de 2021, a companhia, junto a outras empresas do setor privado, comprometeu-se a apoiar o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP) na contratação de profissionais da saúde para o atendimento de pacientes infectados com o coronavírus.

A Eurofarma não descarta a possibilidade de ampliar os recursos para ajuda humanitária no decorrer do ano e, caso o setor privado seja acionado, a empresa estará preparada para dar sua contribuição na aquisição de vacinas contra à covid-19.

 

 

Sobre o Grupo Eurofarma

Primeira multinacional farmacêutica de capital 100% brasileiro, o Grupo Eurofarma, desde sua fundação em 1972, atua no setor farmacêutico produzindo e comercializando produtos e serviços de saúde para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Bastante diversificada, a Eurofarma atua em todos os principais segmentos, como Prescrição Médica, Isentos de Prescrição, Genéricos, Hospitalar e Oncologia. Somente no Brasil, oferece mais de 430 produtos, atende todas as especialidades médicas e cobre mais de 200 classes terapêuticas, que representam 80% do mercado total.

O Grupo Eurofarma possui operação própria em 20 países, com parque fabril no Brasil e plantas em outros seis países da América Latina. Em 2020, gerou vendas líquidas de R$ 5,7 bilhões e emprega mais de 7,6 mil colaboradores.