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Iniciativa conjunta do Fleury com a japonesa Allm, projeto “Segunda Opinião Gratuita” oferece avaliação de tomografias e radiografias de tórax de pacientes das instituições do sistema público de saúde no Brasil que não possuem serviços terceirizados de radiologia. O retorno com a segunda opinião da equipe médica do Grupo Fleury ocorre em até duas horas, no horário comercial.

No intuito de colaborar com o sistema público de saúde, o Grupo Fleury lança o “Segunda Opinião Gratuita”, projeto para análise de imagens de tomografias computadorizadas e radiografias de tórax de pacientes com suspeita da COVID-19. A avaliação dos exames de imagem é realizada pelo time de radiologistas do Grupo Fleury e oferecida sem custo para hospitais públicos de todo o Brasil. O projeto está disponível para hospitais públicos que não contam com serviço terceirizado de radiologia.

Com o avanço da pandemia causada pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2), o consequente aumento de atendimentos na rede hospitalar e a escassez de testes para diagnosticar os pacientes com suspeita de infecção pelo vírus, as radiografias e tomografias computadorizadas de tórax têm sido de grande valia para apoiar médicos no diagnóstico da COVID-19.

Isso porque as imagens do tórax mostram o sistema respiratório do indivíduo – o que inclui os pulmões, um dos órgãos mais afetados pela infecção provocada pela COVID-19.  Com os exames de imagem em mãos, os médicos são capazes de apontar o grau da infecção pulmonar, se a lesão no órgão corresponde a uma pneumonia causada por bactéria ou por vírus – inclusive pelo novo coronavírus – ou mesmo descartar o diagnóstico de COVID-19. Em outras palavras, o laudo do exame pode ser determinante para a escolha do tratamento do paciente e sua internação no hospital.

“Estamos diante de uma pandemia e, infelizmente, no Brasil, os casos de pessoas infectadas têm crescido rapidamente. Nessas circunstâncias, tomografias e radiografias torácicas têm sido de grande ajuda na avaliação de pacientes com suspeita da COVID-19. Ao analisarmos esses exames conseguimos perceber determinados padrões na imagem, o que pode auxiliar o médico assistente na conduta clínica”, explica Dr. Gustavo Meirelles, radiologista e gestor médico de Radiologia, Estratégia e Inovação do Grupo Fleury.

O especialista alerta que o diagnóstico da COVID-19 por meio da análise dos exames de imagem é mais uma alternativa. “Por essa razão entendemos que a segunda opinião para esse tipo de avaliação é muito importante. Nosso time de radiologistas no Grupo Fleury pode ajudar a sanar as dúvidas que esse tipo de diagnóstico pode trazer aos médicos dos hospitais Brasil afora”, analisa Meirelles, que também é integrante do time de radiologistas voluntários.

 

Tecnologia de diagnóstico de imagem para COVID-19

Os exames de imagem são transmitidos por meio do aplicativo Join, sistema de comunicação médica da empresa japonesa Allm. Para acessar o Join e ter acesso ao “Segunda Opinião Gratuita”, basta baixar o aplicativo nas lojas Google Play e Apple Store e fazer o upload das imagens de radiografia e tomografia de tórax. Para os hospitais que já usavam os serviços do aplicativo Join, o upload das imagens pode ser feito diretamente pelo aplicativo já instalado nos computadores da instituição. Todos os dados do paciente são anonimizados.

Após o compartilhamento na nuvem, essas imagens são disponibilizadas em tempo real para um grupo de médicos especialistas voluntários do Grupo Fleury. O time de voluntários acessa a imagem via sistema de PACS (Sistema de Comunicação e Arquivamento de Imagens) e realiza a avaliação das imagens.  Depois da análise, a equipe médica do hospital recebe uma notificação com uma segunda opinião. O tempo de resposta estimado é de duas (2) horas em horário comercial.

Uma rede de compartilhamento de informações com opiniões associadas às imagens de tomografias e radiografias pode fazer uma grande diferença no controle de situações como pandemia. “Tendo estas informações chegando imediatamente nas mãos dos especialistas por meio do aplicativo Join, mesmo que estes não estejam presentes no local, é possível maximizar a  experiência conjunta dos profissionais, desempenhando papel fundamental na implementação do protocolo no combate à pandemia, assim como no controle do fluxo do pacientes, direcionando estes para centros adequados de acordo com o quadro clínico, evitando sobrecargas desnecessárias dos centros médicos principais”, informa Alex Yeh, CEO, da&n bsp; All m Brasil.