ecommerce medicamentos

Delivery e e-commerce crescem graças à transformação digital. As demandas de pedidos eletrônicos em farmácias e drogarias triplicou na pandemia e isso é muito relevante.

 

 

A Associação Brasileira de Distribuição e Logística de Produtos Farmacêuticos (Abradilan) acredita que este é o momento ideal para debater a transformação digital em diversos aspectos, sobretudo dentro daquilo que traz de benfeitorias ao setor como um todo.

Os distribuidores têm investido e contribuído para isso há algum tempo. "A transformação digital é muito mais ampla do que é discutida no mercado, na grande maioria das vezes. Ela é tida como se fosse a solução para todos os problemas, como se fosse realmente o fim, mas, na verdade, a transformação digital é simples, trata-se de um processo no qual as empresas fazem uso da tecnologia para melhorar os resultados. Ela não é o fim, ela é o meio para se chegar nos resultados que a empresa almeja", diz o presidente da Abradilan, Jony Sousa.

A transformação digital no mercado farmacêutico não se resume a e-commerce e prescrição eletrônica, mas foi a grande propulsora para a implementação das ações. "Se você quer ter um e-commerce e atuar com prescrições eletrônicas, você precisa estar digitalizado", explica Souza.

As demandas de pedidos eletrônicos em farmácias e drogarias triplicou de tamanho agora com a pandemia, o que é muito relevante. Nos primeiros 15 dias de março de 2020, as vendas globais de comércio eletrônico no Brasil aumentaram 40% em comparação com o mesmo período em 2019, de acordo com a pesquisa realizada pela Statista Research Department. O número de novos compradores on-line também aumentou durante o mês. Enquanto isso, as vendas on-line de produtos relacionados à saúde cresceram mais de 120% no País.

Para o gerente na vertical farmácias da Linx, líder em tecnologia para o varejo, Leandro Ruggero, não é porque o negócio físico vai bem que o digital deve ser deixado de lado. "Cada vez mais é necessário estar presente nas plataformas on-line e permitir que o cliente decida qual é o melhor canal para fazer uma compra", comenta. Muitas empresas que ainda estavam cogitando apostar no comércio eletrônico estão, agora, acelerando os seus processos de entrada, como uma das melhores saídas para continuarem operando.

Segundo a pesquisa TIC Domicílios, 70% da população brasileira utiliza internet. Desse número, 48% adquiriu ou usou algum tipo de serviço on-line, como aplicativos de carros, serviços de streaming de filmes e música, ou pedido de comida ou medicamentos, todos dentro de atividades de e-commerce.

Um estudo feito pela Konduto, empresa brasileira de soluções de combate a fraudes, aponta que seis setores do e-commerce tiveram aumento significativo no período de quarentena em virtude do novo coronavírus: Brinquedos (+643,05%); Supermercados (+448,09%); Artigos Esportivos (+187,90%); Farmácias (+74,70%); Games Online (+58,46%); Entregas (+55,66%).

Consequentemente, o delivery, que sempre foi uma solução estratégica, cresce. "Agora, mais do que nunca é um ótimo momento para explorar as entregas em domicílio, podendo proporcionar aos consumidores a realização de pedidos on-line (incluindo contatos por redes sociais e WhatsApp). Mesmo que depois da pandemia haja uma queda nos pedidos, é algo que as farmácias precisam oferecer", diz Sousa.

Ao contrário do que muitos varejistas pensam, a digitalização das farmácias não se limita a grandes redes e os pequenos negócios também devem se beneficiar da tecnologia - ações simples podem contribuir com essa transformação. "Começar com televendas, vendas por WhatsApp e se posicionar em marketplaces é uma forma de começar a digitalização antes de criar uma plataforma de e-commerce, por exemplo", diz Ruggero. O executivo lembra ainda que, durante a pandemia, a Linx lançou, junto com a B2W Digital, uma solução de e-commerce de rápida implantação para farmácias, com integração em marketplaces e facilidades como formato de catálogo adaptado para o setor.

Dentro da distribuição, especificamente, a transformação digital também traz muitos avanços, como gestão de estoque; sistema de radiofrequência; modelo de digitalização logístico, para poder fazer todo o acompanhamento das entregas; iniciativas em relação à automação, como pick to light e esteiras automatizadas; plataforma de gestão de crédito e compartilhamento de informações. "A digitalização das farmácias vai além de uma plataforma de e-commerce ou presença em marketplace: automatizar processos e integrar estoques, por exemplo, otimiza a produtividade da equipe e proporciona uma experiência diferenciada para o cliente", finalizada Ruggero.

A Linx é sócia colaboradora da Abradilan na categoria RUBI.

 

Sobre a Linx

A Linx é uma empresa brasileira especialista em tecnologia para o varejo. Líder no mercado de software de gestão, com 45,6% de market share do mercado varejista, conforme atesta o IDC. Toda a expertise da Linx na jornada de compra é transformada em insights fundamentais para atingir o que os varejistas mais esperam: fidelizar seus consumidores e atingir resultados concretos e relevantes. Com capital aberto na B3 desde 2013, a Linx também se tornou a primeira empresa brasileira de software com capital aberto na NYSE, em 2019. A empresa possui mais de 3,5 mil colaboradores distribuídos entre sua sede em São Paulo, 15 filiais pelo Brasil e 5 países da América.

 

SOBRE A ABRADILAN

Constituída em 1998, a Associação Brasileira de Distribuição e Logística de Produtos Farmacêuticos (Abradilan) é formada por empresas distribuidoras de medicamentos, produtos para a saúde, artigos de higiene pessoal e cosméticos no mercado. Com cerca de 141 empresas associadas, tem como missão contribuir para o desenvolvimento e fortalecimento do mercado e de seus membros, promovendo a melhoria contínua e eficaz de seus serviços.